Decoração de imóveis para a Copa de 2026 atrai 28% dos brasileiros em contexto de Mercado Imobiliário Decoração de imóveis para a Copa de 2026 atrai 28% dos brasileiros em contexto de Mercado Imobiliário

Decoração de imóveis para a Copa de 2026 atrai 28% dos brasileiros

Pesquisa mostra que 28% dos brasileiros decoram a casa para a Copa de 2026. Veja quais ambientes são os favoritos e o perfil de quem investe na decoração.

Cerca de 28% dos brasileiros planejam realizar intervenções de decoração em seus imóveis para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2026. Segundo dados do Índice de Confiança do Mercado Imobiliário, a iniciativa é impulsionada principalmente pela classe A, com 55% de intenção de adesão, e concentra-se em espaços de convivência como salas de estar e varandas. O movimento reflete uma tendência onde o mercado imobiliário prioriza conveniência e qualidade de vida, transformando o lar em um ambiente de entretenimento coletivo durante grandes eventos esportivos.

Perfil do consumidor e preferências de ambientes

A pesquisa, realizada entre abril e maio de 2026 com 1.403 pessoas em seis capitais, revela que a disposição para decorar o imóvel é diretamente proporcional à renda familiar. Enquanto a classe A lidera com 55% de intenção, os índices caem para 29% na classe B, 24% na classe C e 15% nas classes D e E. Em média, cada entusiasta da decoração planeja personalizar cerca de dois ambientes, sendo que, no segmento de maior renda, essa média chega a quase três espaços por residência.

A sala de estar é o local preferido por 53% dos entrevistados, seguida pela varanda ou sacada, citada por 35%. Áreas externas, fachadas e espaços gourmet também ganham destaque, reforçando a preferência por locais que favoreçam a recepção de convidados. A escolha dos ambientes demonstra que o morador brasileiro valoriza a integração das áreas sociais para momentos de Lazer.

Engajamento por demografia e localização

O levantamento aponta que o público masculino é ligeiramente mais engajado na decoração temática, com 32% de intenção, comparado a 24% entre as mulheres. Quando analisada a faixa etária, o grupo de 25 a 34 anos apresenta o maior índice de participação, atingindo 37%. A partir dos 45 anos, observa-se uma redução gradual no interesse por essas personalizações temporárias nos imóveis.

Regionalmente, Rio de Janeiro e São Paulo destacam-se com 34% de intenção de decorar, seguidos por Brasília (30%) e Belo Horizonte (26%). As capitais com menor adesão foram Goiânia e Porto Alegre. Segundo especialistas, a tendência de personalização pode sofrer variações conforme o desempenho da seleção brasileira, podendo elevar o número de intervenções nos lares à medida que o torneio avança.

Impacto no uso dos espaços residenciais

A busca por ambientes mais acolhedores e preparados para eventos reflete uma mudança no comportamento do consumidor, que enxerga o imóvel não apenas como moradia, mas como um centro de experiências. Esse comportamento é um reflexo direto da valorização dos espaços de convivência, um tema recorrente em análises sobre o mercado imobiliário que prioriza conveniência e qualidade de vida. A decoração temática, embora sazonal, evidencia a importância que o proprietário ou locatário atribui ao conforto e à funcionalidade de áreas como varandas e salas de estar.

Fonte: Portas

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