Aluguel de imóveis: maioria dos inquilinos aceita taxas por serviços digitais em contexto de Mercado Imobiliário Aluguel de imóveis: maioria dos inquilinos aceita taxas por serviços digitais em contexto de Mercado Imobiliário

Aluguel de imóveis: maioria dos inquilinos aceita taxas por serviços digitais

Aluguel de imóveis: maioria dos inquilinos aceita taxas por serviços digitais. Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, encomendada pelo QuintoAndar,…

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, encomendada pelo QuintoAndar, revela que 63% dos brasileiros estão dispostos a pagar uma taxa de 2,5% sobre o valor do aluguel em troca de serviços digitais que simplifiquem a burocracia locatícia. O levantamento, que ouviu 800 pessoas das classes A, B e C, destaca que a conveniência tecnológica tornou-se um diferencial competitivo relevante no mercado de locação, embora a negociação direta com proprietários ainda seja uma prática comum para 46% dos locatários.

A valorização da tecnologia na locação residencial

A digitalização do setor imobiliário tem transformado a experiência de quem busca um novo lar. Conforme os dados apurados, a preferência por plataformas que oferecem agendamento de visitas online e gestão de reparos é expressiva, sendo apontada por dois terços dos entrevistados. A busca por eficiência operacional, que reduz o tempo gasto em processos manuais, reflete uma mudança de comportamento do consumidor, que prioriza a agilidade na resolução de problemas cotidianos.

Entre as funcionalidades mais valorizadas pelos inquilinos, destacam-se o suporte via chat 24 horas para reparos, o acesso facilitado a faturas e boletos, além da realização de vistorias digitais e rescisões contratuais online. Apenas 16% dos participantes da pesquisa rejeitam a cobrança de taxas adicionais para ter acesso a essas facilidades, o que demonstra uma aceitação majoritária da Tecnologia como facilitadora do aluguel de imóveis.

Burocracia ainda é o principal entrave no mercado

Apesar do avanço das plataformas digitais, a complexidade contratual permanece como um desafio central. Cerca de 79% dos entrevistados classificam o processo de fechamento de um contrato de aluguel como burocrático. Esse cenário reforça a necessidade de soluções que tragam transparência e segurança jurídica, temas que também são fundamentais em outras etapas da jornada imobiliária, como ao entender as diferenças entre Habite-se e registro de imóvel.

Atualmente, a taxa praticada por plataformas digitais líderes de mercado gira em torno de 2,2%, um valor que se mantém abaixo do limite de 2,5% que os inquilinos declararam aceitar pagar. Representantes do setor reforçam que a pesquisa visa entender a percepção de valor dos usuários Sobre as ferramentas tecnológicas, negando que o estudo tenha como objetivo justificar aumentos de preços para o consumidor final.

O comportamento do locatário brasileiro

O mercado de Locação no Brasil vive um momento de transição entre o modelo tradicional e o digital. Enquanto 46% dos locatários ainda preferem negociar diretamente com o proprietário, um terço já utiliza imobiliárias digitais como canal principal de busca. Essa coexistência de modelos mostra que, embora a tecnologia ganhe espaço, a confiança e a proximidade na relação locatícia continuam sendo pilares importantes para o sucesso da transação.

Para quem busca entender as dinâmicas regionais, é interessante observar como o comportamento de locação varia conforme a localidade, impactando diretamente o mercado imobiliário em Mato Grosso do Sul e em outras regiões do país. A tendência é que a digitalização continue a reduzir atritos, tornando o processo de alugar um imóvel menos oneroso em termos de tempo e esforço para todas as partes envolvidas.

Fonte: Portas

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